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quinta-feira, 8 de março de 2012

Todos os dias são dia da mulher,mas hoje em especial !


                                                    











Bom hoje é dia 8 de março, comemorado para homenagear todas as mulheres do mundo, ou seja, dia internacional da mulher. Nesse exato dia no ano de 1857, 129 operárias de uma fábrica de tecidos de Nova York, decidiram fazer uma greve, para reivindicar melhores condições de trabalho. Essas mulheres ocuparam a fábrica, a manifestação foi reprimida com muita violência pela polícia. As tecelãs refugiaram-se dentro da fábrica os patrões e a polícia trancaram as portas e atearam fogo, matando as 129 operárias carbonizadas. A manifestação das operárias chamou a atenção na época por ser a primeira greve organizada exclusivamente por mulheres e pela tragédia do desfecho.
 No entanto a sensibilização da sociedade sobre o episódio e pelas causas femininas foi aumentando e, somente no ano de 1910, durante uma conferência na Dinamarca, ficou decidido que o 8 de março passaria a ser o "Dia Internacional da Mulher", em homenagem as mulheres que morreram na fábrica em 1857. Mas somente no ano de 1975, através de um decreto, a data foi oficializada pela ONU  (Organização das Nações Unidas). Mas lembrando que todos os dias é dia da mulher, mas hoje em especial!

sábado, 3 de março de 2012

Os homens que não amam as mulheres ( RUTH DE AQUINO)


RUTH DE AQUINOi

RUTH DE AQUINO é colunista de ÉPOCA raquino@edglobo.com.br (Foto: ÉPOCA).

Pode parecer incrível para muitos de nós, que vivemos em harmonia negociada com o outro sexo. Mas, no século XXI, ainda existe ódio sexista, latente ou escancarado. O que aconteceu na semana passada com a publicitária paulistana Renata Gervatauskas, de 35 anos, é um triste exemplo disso. Renata escreveu um post para o blog Mulher 7x7, em epoca.com.br. Contou ter desistido de um namorado potencial ao escutar dele: “Só falta dizer que lava, passa e cozinha bem. Vai ser a mulher perfeita. Aí, eu caso”. Ela não gostou da “brincadeirinha”. Eu também não gostaria. Acharia o cara um bobo.
Em seu texto, Renata defende a licença-paternidade por seis meses, concedida recentemente no Brasil pela primeira vez a um homem que perdeu a mulher no parto. É um precedente positivo, escreve Renata: “A gente ainda confunde o instinto materno com a obrigação de cuidar sozinha das crias”. A reação da maioria dos homens internautas foi um ataque pessoal, na tentativa de humilhar as mulheres em geral. “Foi um festival de ofensas gratuitas, que serviu como espelho de uma sociedade doentia”, disse ela.
Um internauta escreveu: “Feminismo já é um lixo social, se exagerado então fede”. “Aprendam, animais”, escreveu outro. “Vocês jamais irão se igualar aos homens. Perguntem às mães solteiras e independentes de hoje, que têm por volta de 35 anos, se elas não mudariam o jeito f... e independente delas se pudessem voltar no tempo. Nós, homens, não queremos resto dos outros. Nós queremos mulheres que nos respeitem como líderes do lar.”
“Qual é o problema de a mulher de hoje fazer tarefas domésticas que o restante fez ao longo de toda a história da humanidade?”, pergunta um outro. “Vocês reclamam de barriga cheia. As mulheres não tinham máquina para lavar roupas, esfregavam tudo na mão mesmo e não reclamavam da dependência dos seus maridos, porque elas sabiam bem do papel destinado a elas. Vocês hoje só têm o trabalho de colocar sabão em pó e depois colocar a roupa no varal. Feministas: vão tomar no olho do c…”
Esses comentários, alguns feitos na covardia do anonimato e outros assumidos com o próprio nome, não fazem jus à maioria dos homens atuais, que desejam casar com uma mulher inteira e educar os filhos plenamente. Mas o ódio nessas reações explica o absurdo número de estupros, a violência doméstica, o assédio moral, ainda hoje. Explica as Eloás da vida.
É incrível que, em pleno século XXI, ainda exista ódio sexista, latente ou escancarado  
Sou contra a vitimização das mulheres. Não acho as mulheres mais tristes que os homens – embora a gente reclame mais. Talvez tenhamos nos acostumado a perceber que nada cai de graça no nosso colo. Precisamos reivindicar, refletir e discutir. Não acho que o feminismo tenha traído a nenhuma de nós. Movimentos de emancipação trazem conquistas, não são um manual de felicidade, mas de liberdade. Liberdade para escolher o que é melhor para cada uma. Não somos um “blocão” homogêneo. O risco é trair a nós mesmas e aos homens, se continuarmos a criar nossas filhas como “princesinhas” e nossos filhos como “super-homens”. Esses papéis só existem na ficção, não cabem numa sociedade moderna, e definem, desde a infância, expectativas irreais para elas e para eles. Que geram frustração mais tarde.
Há 180 anos, em 1832, uma jovem do Rio Grande do Norte, Nísia Floresta Brasileira Augusta, de 22 anos, publicou Direitos das mulheres e injustiças dos homens. Ela casou aos 13 anos e abandonou o marido pouco depois. Voltou à casa dos pais. Sofreu com o estigma. Era fluente em várias línguas e instruída, num tempo em que mulheres no máximo sabiam ler e escrever. Teve dois filhos com um segundo companheiro. Um dos trechos de seu livro: “Se cada homem, em particular, fosse obrigado a declarar o que sente a respeito de nosso sexo, encontraríamos todos de acordo em dizer que nós nascemos para seu uso, que não somos próprias senão para procriar e nutrir nossos filhos na infância, reger uma casa, servir, obedecer e aprazer aos nossos amos, isto é, a eles, homens”.
Uma coisa é a mulher decidir ser mãe e dona de casa em tempo integral. Se assim é feliz, e seu companheiro também, parabéns. Sorte da mulher que, hoje, com recursos e instrução, pode decidir seu destino. Pode tentar ser bem-sucedida no trabalho, no amor e na família – um desafio duro, porém fascinante. Pode decidir quando engravidar. Pode decidir não ter filhos – e é o cúmulo que muitos a apedrejem por isso. Pode decidir não casar. Pode decidir se separar sem que a discriminem. Pode estudar, pode se apaixonar várias vezes, pode chegar à Presidência da República. É um desconsolo imaginar que ela ainda pode ser estuprada, discriminada, agredida e assassinada por homens que odeiam as mulheres.


sexta-feira, 15 de julho de 2011

garras de tigre, sorriso de garota


Sou rebelde, sou uma garota, meu nome é confusão.
Toque em mim, se arranhe, sinta o cheiro de dor, de decepção.
Não duvide do meu poder! Não duvide de mim querido,
Sou uma garota, com garras de tigre, com feições de um cão.

Fira-me, será ferido. Maltrate-me, sairá despedaçado.
Não tenho pena, não tenho emoção,
Perdi meus sentimentos, com uma agressão.
Dor, decepção.

Sinta o cheiro do sangue seco.
Na revolta do ser incompreendido.
União não faz só açúcar.
Com o fel fazemos à união.

Pernas, braços, pulmão, fígado, coração.
Estilhace meus pensamentos.
Arrancarei seus olhos.
Sem compaixão.

Agora você pode me ver?

          Patty Grrrl

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Ilusão e medo

Vivendo em um mundo de ilusão
Eu vou ficando mais perdida
Todos querem ser aceitos em uma sociedade ridicula
Para ficar com suas imagens, e reputações a mil
Estou cansada de tudo isso


Uma mulher apanha a cada 16 segundos
Muitas tem medo de denunciar
Ficão caladas e submissas, e fingem que nada aconteceu


Com medo de demonstrar, falar
Isso precisa mudar, parar, acabar


Tem jeitos de revidar, mas as idiotas preferem sempre o perdão, e fica o circulo vicioso,
Apanha, perdoa, apanha, perdoa
E isso vai aumentando a cada dia
Precisamos dar um ponto nisso, começando por vocês!



          ♀ Amanda e Grazi Grrrl

quarta-feira, 6 de julho de 2011

corpo,carne e repressão

O aborto é como um crime
O corpo é meu
Não é seu
Tenho medo de sair na rua de madrugada
Tenho medo de ser estrupada
Eles me discriminam
Só por minha opção sexual
Eles julgam sem saber
Somos todos iguais
Todos temos defeitos
Todos temos qualidades
Respeito é o que queremos
Igualdade é o que queremos
Corpo, carne, sentimentos e razão
Se não posso me controlar, me mata,
Não a repressão!


     ♀  Grazi e Patty Grrrl ♀

Apenas Humanos

Eu sofro todo dia preconceitos
Sendo que somos todos iguais
Eles dizem isso é coisa de homem
Mas eu digo que não é
Eles dizem caia fora daqui,você é mulher
Como se eu fosse fragil
Mas não sou
Eu tenho força
Não é porque sou uma garota que eu tenho que ser frágil.
Posso dirigir um ônibus, posso construir uma casa.
Não é porque é homem  que não pode chorar.
Somos humanos, feitos de sentimentos, para sentir, para amar.
Sou como a mãe natureza
Eu tenho força 
Eu tenho beleza
Eu tenho assas de um pássaro
Para poder voar
Porque eu sou livre
Eu posso fazer o que 
Eu quiser
Independente de eu ser mulher

       ♀  Grazi e Patty Grrrl ♀

terça-feira, 5 de julho de 2011

e hoje...

vou tentar viver em um lugar distante,vou tentar viver em um lugar sem ninguém que me magoe,vou tentar ser feliz em um planeta utópico e distante,um planeta onde as pessoas tenham amor, onde todos sejamos respeitados.Eu quero viver nesse mundo utópico onde tudo que vejo a minha volta são crianças felizes e pais felizes,onde a liberdade não tem fim,que possamos ver os pássaros voarem e sentir o ar puro da natureza,um lugar onde não haja ninguém para nos governar e dizer o que é certo e o que é errado,um lugar onde não haja dinheiro e nem desigualdades,onde só haja paz!
Poise...quem nunca imaginou um mundo utopico não é um ser humano,quem nunca imaginou um mundo perfeito,quem nunca sonhou?
O ruim do sonho é que sempre tem que acordar e se quisermos as coisas devemos agir para desfrutar,pois nem sempre um sonho é um sonho muitos se tornam realidade. 

Grazi Grrrl ♀

Feministas sim!

Mulheres que buscam por revolução
Somos mulheres que querem mais igualdade
Não queremos submissão 
Fomos as ruas conseguimos o voto
Não fiquemos na mão
Melhores salários e até profissões 
Coisas que eram só eles que podiam
Nós conseguimos
Veja bem fizemos revolução
Fazemos sexo com outras mulheres
Somos todos iguais!
Não somos bonecas que vocês podem usar e jogar fora
Também não ligamos se vocês nos chamam de putas
Só por nós usarmos roupas curtas e querer transar na primeira vez
Somos iguais a vocês
Livre de dogmas
Sociedade cheia de defeitos
Chega de preconceitos!






    Grazi Grrrl ♀




Liberdade, Igualdade, Respeito e Revolução!

Blog Dedicado a divulgação do Riot Grrrl!

Todos e todas podem se sentir a vontade para divulgar bandas, textos ou qualquer expressão feminista!

Mande-nos sugestões de música, poesias, desenhos ou qualquer outra expressão Grrrl para o e-mail

amarante121@gmail.com

Saudações Grrrl's da Amanda, Grazi e Patty